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Tiago Santana (1966) atua como fotógrafo desde 1989 desenvolvendo ensaios fotográficos pelo Brasil. Fundador da Editora Tempo d’Imagem (1994), editora especializada em livros de fotografia. É contemplado com a Bolsa Vitae de Arte, Fundação Vitae (São Paulo) em 1994 e com o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia, Funarte (Rio de Janeiro), em 1995, com o trabalho Benditos, cujo livro foi publicado no ano 2000. Em 2007 recebe o Prêmio Conrado Wessel de Ensaio Fotográfico (São Paulo), pelo ensaio O chão de Graciliano, editado em 2006, livro que recebe, em 2008, o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Em 2008 e 2009 foi o ganhador do prêmio O Melhor da Fotografia no Brasil como o melhor fotógrafo documentarista do país. É membro do Conselho Curador do IFOTO (Instituto da Fotografia) em Fortaleza. Em abril de 2011 teve sua obra publicada em uma das mais importantes coleções de livros de fotografia do mundo, a coleção francesa Photo Poche.
Annick Cojean é autora de grandes reportagens no jornal Le Monde e diretora da coleção de documentários « Empreintes » na Televisão pública France 5. Formada em Direito e em Ciências políticas, integrou a equipe do Le Monde, em 1981, onde trabalhou no departamento de cultura e mídia, antes de ser nomeada « grande repórter » em 1991, alternando as reportagens sobre a atualidade (Kosovo, os desdobramentos do 11 de setembro nos Estados Unidos e no Afeganistão, o Haiti…), com enquetes, retratos, entrevistas (Gorbatchev, Peres, Arafat, Blair, Simone Veil, Desmond Tutu… ). Autora de vários livros e filmes documentários, por sua enquete sobre « As memórias da Shoah », ela foi agraciada com o prêmio Albert Londres em 1996 - do júri do qual é atualmente a presidente.
Nascido no Rio de Janeiro em 1937, Walter Firmo começa sua carreira como fotógrafo aos 20 anos no Jornal Ultima Hora. Em 63, trabalhando no Jornal do Brasil, vence o Premio Esso de Jornalismo com a reportagem “100 dias na Amazonia de Ninguém”. Passando pelos pricipais meios impressos da época (Jornal do Brasil, Realidade , IstoÉ e Manchete, entre outros) e mais tarde trabalhando como free-lancer colecionou 9 premios Nikon produzindo imagens do Brasil e de sua gente, expostas nos principais museus nacionais como MAM- RJ, MASP e Pinacoteca do Estado de São Paulo. Entre 1986 e 1991 foi diretor do Instituto Nacional da Fotografia e apartir de então também leciona nas principais escolas especializadas. Por sua linguagem em cor e sua delicadeza em retratar a gente simples, o jornalista Joaquim Ferreira do Santos o descreveu como “o melhor fotógrafo da alma ingênua nacional”.
Agnès de Gouvion Saint-Cyr nasceu em 1945. Depois de várias atividades profissionais, ela teve a oportunidade de trabalhar no grande centro de fotografia da cidade de Arles. Colaborou, no festival de Arles, em 1969, com Lucien Clergue, Michel Tournier e Jean-Maurice Rouquette, o qual originou, em 1973, os Encontros Internacionais da Fotografia de Arles. Contratada pelo Ministério da Cultura em 1976, foi encarregada de elaborar as linhas mestres de uma política voltada para a fotografia. Agnès de Gouvion Saint-Cyr foi responsável pela realização de diversos programas públicos, entre os quais, mais recentemente, La jeunesse en l'an 2000, com cerca de quarenta fotográfos franceses ou estrangeiros, que realizaram um conjunto de imagens representativo dos jovens franceses de hoje. Suas funções a levaram a organizar várias exposições na França e no exterior, como por exemplo, uma retrospectiva sobre a obra de Brassaï, no Colegiado de Orléans em 2005. Ela é autora de muitas monografias, relativas, entre outras a Izis, Robert Doisneau, Ceccavicius, Shoji Ueda, ou catálogos (Art or Nature, De Brancusi à Boltanski, Dans le champ des étoiles, Anthologie de la photographie africaine …). Participou também de diversos júris ou instâncias, no campo da fotografia.
Coordenador geral do FestFotoPoA – Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre; Editor da revista eletrônica Revista Mesa de Luz, Editor do blog Mesa de Luz; Sócio-diretor do Estúdio Brasil Imagem – Produção Cultural em Fotografia, membro fundador da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil, da qual é Vice-Presidente. Carlos Carvalho, 53 anos, é carioca e trabalhou como free-lancer para as principais revistas e jornais brasileiros e publicações internacionais. Recebeu os prêmios Leica-Agfa Fotografe 2005 e Vladimir Herzog de Direitos Humanos para o Jornal do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra/MST. Possui fotos nas seguintes coleções: Coleção MASP/Pirelli, Coleção FINEP/RJ, Coleção Espaço Cultural do CREA/RJ/.